- Perché solo il vento Ostro
si puó ballare con gli alberi...?
- Adesso io voglio anche, dire il Scirocco......
- Anche io detto il Gregale...
- Ho detto anche io il Ponente... 1
- Ore, i vostri piagnone egoistici...
ha detto questo il famoso TRAMONTANA !
- Per caso sulla loro terra, scioltto,
non ballare vuoi con i suoi amici
dela foreste...!? nei loro angoli non sono
preferito de palle ?
- Quindi smettere di bramare gli alberi
delle altri...?
- Qui, in questo zolla, qui ballano,
pezzo che danza, vernici bordo... me ....!
qui balla eccomi vento, nel vento,
piede di vento... meglior piede di valze...
io... me... !
Chi ha colpa del vento che piega la sua vela now raggiungera mai il porto (1)
He lies about the past as it it never came,
My faults,my frailties he magnifies by sly eyes;
He calls me a drama queen,shames when I cries
I never loved him,my being here was just a game.
His friends now and his false idols parade for fame
While every scar,every pain I bear becomes a blade;
He calls my care a fake,the one so unafraid
To drown,overboard,in fire-is assigned the blame.
Now I rise,take back the dignity that'ts mine alone,
March to the river and the mountain for my soul';
Mend my spirit Jordan,bone by ageing bone.
Deny the lies that aim to tighten control.
I am human and mortal,but strong and steady I shall be,
And break these evil chains that cruelly gaslight me.
Seja
Doutor Lauro
Vejo-te
como o
vento livre,
em mar sem fim,
verdadeiro
consigo,
sem amarras
do ruim.
Sábio, sabe,
que o amanhã
é uma semente,
plantada em
cada instante,
e a mudança
é a mariposa,
na vida
que segue.
Trilhas
Nas trilhas da vida,
Dona Dalva caminha...
feito pétala ao vento,
traz esperança sem fim.
Dona Dalva
caminha; com
passos firmes,
na estrada,
e na trilha
Dona Dalva...
cabeça erguida
mostra a esperança
que continua
por muito
“sempres”
à frente
e sempre.
Voar
Oh vento! Onde vais,
que segredos carregas?
Nas tuas asas
invisíveis,
carrega o voo
da existência...
Dr. Lauro,
em teu voo,
quais histórias
agregas?
Doutor,
faz para nós,
de cada sopro
do vento,
uma caligrafia
para inspirar
encantar,
e fazer voar
Manhã
A Consultora,
na manhã
que aflora,
maneja
os sonhos,
feito pérolas
em um colar...
Pincéis, batons,
sombras, como
pétalas ao vento,
em cada gesto,
um sopro de
encantamento e
no dia a dia,
tece um
lindo manto,
sempre, sempre,
mais e mais.
Vejo
Vejo,
Emanuele,
energia em
expansão
toda ação;
encontra no
menos
o mais
nas cinzas,
a vida
renascida.
Emanuele,
hoje e sempre
no fluir
do tempo,
sê o vento,
em cada
momento,
o fermento,
que faz
tudo crescer
mais e mais.
Maio das Conquistas
Agradeço a cada uma,
pelos passos companheiros,
por transformarem
cada meta em
troféus verdadeiros.
Eu agradeço,
por cada esforço,
cada vitória soberana;
vocês são o vento
que enche a nossa vela,
a nossa âncora.
Obrigada;
por fazerem de maio
um mês que aquece,
por transformar
cada meta em
um sol que cresce.
Bela
Ela, a mulher
bela e audaz,
dança
com o vento,
nunca para,
sempre
a movimentar,
porque sabe
fazer diferente,
a cada momento.
Sempre faz
sem nunca
esperar;
cada dia,
do pouco,
faz muito
mais e mais.
Folhas de Sabedoria
Dona Dalva,
no coração
uma canção,
de humildade
e paciência,
a mão que
traz solução.
emana paz,
transmite luz,
sua presença
é um sorriso,
no universo
de cada um,
um calor preciso.
Sua ação é um poema,
sua palavra é direção,
no trato com os outros,
é pura inspiração,
em sua jornada,
a cada dia,
a cada momento,
dona Dalva,
é exemplo, é vento.
Terra e areia
Ricos ou pobres,
somos terra e areia,
mas, se por acaso,
no infortúnio da vida,
um vento repentino
nos pegar,
sempre podemos
escolher
rolar na praia
em dias ensolarados
ou na terra dos prados
para tapar
os buracos
no corpo;
e felizes
seguiremos
para fazer
mais e mais.
Areia
No momento
no qual
rico ou pobre,
se vê como,
somos, terra e areia,
tomaríamos cuidados
para nunca
sermos
mutilados
pelo vento,
e sempre faríamos,
mais e mais.
Levantar
Eu, você e toda
a gente, se levanta
e vê que:
existe luz no sol,
brilho na lua
esplendor no fogo
velocidade no relâmpago
rapidez no vento
profundidade no mar
firmeza na rocha
e podemos
fazer de tudo
mais e mais.
Sinestésica
Quer comer
o vento,
ainda que,
nunca engula
todas as falas,
quer voar
sentir o vento,
pegar e fazer
mais e mais.
Sinestésica;
nunca se preocupe
respire o ar
verde do outono
vá pegar e fazer
mais e mais.
looking at love
from your perspective
seems that I will
be rejected
should try and
find
a new direction
think you
get off
on rejection
complicated by
extra ordinary things
that how we start
fixing things
can't be neglected
got my needs
and I wanna try and keep
you pleased
sing me right
don't sing me wrong
don't come crying
when all you love
is gone
you can't make it rain
you can't blow the wind
worship
something more
than your selfishness
sing me right
don't sing me wrong
keep it real
you know what I'm on
get it straight
stop rejecting
stay on topic
you been
going in all directions
Sub Categories
Looking for the formal definition, structure, and history of this poetry form? Visit the Poetry Dictionary entry below. Then return to explore how PoetrySoup members bring the form to life through their own poems.